10/05/2012
Quanto custa para ser feliz?

A vida de cada um de nós está cheia de bençãos maravilhosas. Entretanto, não as percebemos porque nos perdemos na correria do dia a dia. Nos perdemos na turbulência dos nosso pensamentos.

O corpo está presente, os olhos estão abertos, os ouvidos estão atentos, o coração bate, mas a mente não dá atenção a nada disso. Ela está perdida em algum lugar no passado, no futuro, ou foi levada embora pelos problemas, pela ansiedade, angústia, medo, estresse.

Existem pessoas, que por algum motivo, perderam sua visão. Essas pessoas dariam qualquer coisa para poder ver as belezas do mundo  por, pelo menos,  mais uma vez. Nós, tudo que precisamos fazer é decidir parar um pouco, olhar a nossa volta e todas as formas e cores se revelarão.

Mas vivemos como cegos voluntários. Raramente prestamos atenção a essas coisas, mesmo que por si só, elas seriam suficientes para dar um sentido a nossa vida. Imagine, por um minuto, que por algum motivo você tenha estado cego pelos últimos 10 anos, hoje, você amanheceu e  por um milagre sua visão estava perfeita. Como seria seu dia?

Daqui para frente,  deveríamos nos lembrar diariamente que temos olhos saudáveis, e deveríamos usá-los para nos fazer feliz.

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9/05/2012
O dinheiro como raiz de todos os males e outras ignorâncias humanas

Uma equipe de pesquisa da universidade de Michigan realizou um estudo, anos atrás, sobre o que mais afeta a vida das pessoas. Veja três das constatações desse estudo:

1. Com o que as pessoas mais se preocupam?  Dinheiro.

2. O que traz mais felicidade as pessoas?  Dinheiro.

2.  O traz mais sofrimento as pessoas? Dinheiro.

Por mais desenvolvida espiritualmente que uma pessoa seja, sem resolver o enigma do dinheiro, ela não conseguirá manter seu espirito elevado por muito tempo. O dia chegará em que ela tenha que pagar suas contas. Gandhi, muitas vezes considerado o símbolo máximo da pobreza, exigia elevadas somas de dinheiro para fazer suas caminhadas descalço pela Índia. Um de seus correligionários, certo dia, exausto e cansado de peregrinar atras de coletas, reclamou dizendo que custava dinheiro demais manter Gandhi na pobreza.

Muitos religiosos, fazendo uma interpretação errada da Bíblia, afirmam que “o dinheiro é a raiz de todos os males”.  Na verdade, isso nunca foi dito. O que o apóstolo Paulo diz,  em 1Tm 6.6-10, é que “o AMOR ao dinheiro é a raiz de todos os males”.  O dinheiro é imparcial, inocente. É o amor, o apego, a consciência que temos sobre o dinheiro que pode se tornar a causa de muitas limitações, e por isso, quase sempre, a raiz do mal.

Pode-se dizer, da mesma forma, que uma consciência correta em relação ao dinheiro é a raiz de toda bondade, de toda expressão divina. Como pode o dinheiro ser a raiz de todo o mal se ninguém, mesmo pessoas espirituosas conseguem viver sem ele. Foi o dinheiro quem suportou o extraordinário trabalho de Madre Teresa, nas ruas de Calcutá. Jesus Cristo e seus discípulos eram suportados por pessoas com dinheiro. No evangelho de Lucas, 8.3-4, diz que certas mulheres ajudavam a sustentar Jesus com os seus bens.  As figuras bíblicas, todas elas, eram símbolos de prosperidade.

Precisamos eliminar o conceito negativo e hipócrita que criamos em torno do conceito de dinheiro. O dinheiro é bom. Dinheiro é Deus em ação. Ninguém precisa se sentir culpado por desejar ou ter dinheiro. Ele nada mais é que o fluxo criativo de uma atividade divina. Uma extensão do caráter da pessoa que o usa.

Parece lógico que dinheiro sempre representa abundância. Que pessoas que possuem muito dinheiro são apegadas a ele. Mas quase sempre é o contrário. Para muitas pessoas, ele é o símbolo da escassez. É o pensamento de escassez que bloqueia o fluxo do dinheiro e revela, por si só, nosso apego a ele.  Quando nos apegamos ao dinheiro, ele se torna escasso, não importa a quantia que tivermos,  e quando isso acontece, ele realmente se torna a raiz de todo tipo de problemas.

Leia mais em Ninguém Enriquece por Acaso

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8/05/2012
Há futuro em sua carreira ou trabalho?

Ontem, o gerente de uma rede de lojas, depois de me contar que sempre sonhou em chegar onde está, confessou seu desânimo com o trabalho.

- A questão, ele disse, é que não vejo mais futuro em meu trabalho.

Realmente ele está certo: não há futuro no trabalho dele. Não há no dele, nem no seu. O futuro de uma carreira, seja ele promissor ou frustrante, nunca está no trabalho ou na carreira em si. Ele está na pessoa que desenvolve esse trabalho ou essa carreira.

Nossa prosperidade ou nossa frustração sempre será um reflexo do nosso estado de consciência.

Quando Jesus diz que conheceremos a verdade e a verdade nos libertará, ele não está falando de céu ou de inferno. Ele simplesmente afirma que nossas amarras na vida são consequência de crenças e convicções erradas.

O filosofo grego Zenão escreveu há mais de dois mil anos, que a coisa mais importante no processo de aprendizagem é aprender a abrir mão dos nossos erros e das nossas convicções equivocadas.

Não há nada mais equivocado no mundo  do que nossas crenças sobre nossa relação com o trabalho.

Por que você trabalha?

Parece claro que muitos de nós trabalhamos para pagar as contas, para sobreviver economicamente. Se esse, na sua opinião,  é o único motivo, então esse é um erro do qual você precisa abrir mão. Essa atitude frustrará seu fluxo criativo, criará conflitos internos e tornará sua vida profissional um sacrifício. Seus momentos de alegria serão restritos aos finais de semana. Durante a semana, ficará postando aqueles posts no facebook dizendo: chega logo sexta-feira. Você está trabalhando para  outro, mas contra si mesmo.

Qual é o maior bem que você tira do seu trabalho?

Se a resposta a essa pergunta for em termos econômicos, você está recebendo muito pouco, não importa qual seja o valor. Não estou dizendo que você está sendo compensado de maneira injusta pelo seu patrão. O que eu estou dizendo é que, pela estreiteza da sua visão, você está se vendendo por muito pouco.

A ilusória ideia de que os seres humanos necessitam trabalhar meramente para manter seu corpo, sua família,   alimento, casa e transporte,  é equivocada e degradante, e jamais deveria ser encorajada. A verdadeira origem da atividade e criatividade humana está no seu crescente impulso de expressar externamente suas capacidades divinas e espirituais que traz dentro de si.

Saiba mais no meu livro O Óbvio que Ignoramos

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7/05/2012
Será que você é bom o suficiente para obter aquilo que deseja?

Um iceberg talvez seja a metáfora perfeita para compreender porque nossos resultados na vida raras vezes estão em sintonia com nossos desejos.

A ponta do iceberg, exposta na superfície, são nosso desejos, mas o que nos conduz na realidade é a grande massa submersa, feita dos nossos condicionamentos mentais, dos nossos padrões recorrentes de pensar.

Embora muitas vezes pareça o contrário, não agimos de acordo com nossos desejos, mas de acordo com os reflexos do nosso condicionamento mental. Queremos uma coisa mas acreditamos que merecemos outra.

Essa dissonância entre o desejo e o rumo que o condicionamento nos leva, cria conflito interno, frustração, insegurança e muitas vezes, o desespero, estresse e depressão.

Nós não somos nosso condicionamento mental e nem tampouco temos que viver sendo reféns dele.  A simples compreensão  de como formamos nosso condicionamento, da maneira como ele age sobre nós, para muitos, é suficiente para dissolvê-lo.

Saiba mais no meu livro Ninguém Enriquece por Acaso.

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6/04/2012
Se você quer a ressurreição, precisa primeiro aceitar a crucificação

Gostaria de destacar dois pontos práticos, fora da religião, sobre as lições deixadas por JC, nesse dia:
1. Se queremos a ressurreição, precisamos aceitar a crucificação.

Não há vida nova sem renúncia, sem sacrifício. Para mudar, precisamos instituir um clima de mudança. Ver nossas próprias deficiências é algo muito raro e difícil. Requer esforço e humildade. Leia um bom livro, pense sobre os motivos que o fazem pensar e agir da forma que você pensa e, sempre que possível, mude o que não está a contento. Com o tempo, seu desejo de fazer a coisa certa se torna uma predisposição para fazer a coisa certa.

2. Precisamos sacrificar nossa identidade velha e corrupta, e dar vida a uma identidade nova, autêntica, que seja a expressão do nosso verdadeiro eu.

O passo inicial no processo de mudança é eliminar pensamentos de inveja, ódio, ciúmes e rancor da nossa mente. Não permita que haja maldade em seus pensamentos. A maior batalha é contra nós mesmos. O maior combate é o combate que temos entre nosso verdadeiro eu e nosso eu falso.  Quando você percebe que está fazendo a coisa errada, não se culpe ou castigue, comemore o fato de ter percebido e erro e corrija-o imediatamente.

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28/03/2012
Tudo que é preciso saber sobre o livro Ninguém Enriquece por Acaso

NESTE LIVRO VOCÊ VAI:

1. Compreender como você se tornou a pessoa que é;

2. Descobrir por que algumas pessoas desenvolvem suas riquezas e outras não;

3. Aprender o que você pode fazer para criar um contexto que deflagre o que há de melhor em você e nas pessoas que você ama.

 A IDEIA

 Poucas coisas na vida causam mais estresse do que a falta de dinheiro. Da mesma forma, nenhum sentimento é tão universal quanto o desejo de obter bastante dinheiro. No entanto, poucas pessoas conseguem adquirir estabilidade financeira ao longo da vida. Você já se perguntou por que ficar rico é tão difícil? Qual é a verdadeira origem da riqueza? Quais são as causas que elevam alguns ao topo e que mantêm a grande maioria na base?

Em Ninguém Enriquece por Acaso elaboro uma compreensão nova para essa questão. Desafiando a crença de que pessoas ricas são privilegiadas pelo acaso, eu mostro que riqueza sempre é o resultado do desenvolvimento de alguma genialidade. Ao ler o livro, você verá que pessoas que atingem a riqueza, são pessoas comuns que, em certo momento da vida, descobrem sua genialidade e passam a desenvolvê-la, elevando-se a patamares que poucos alcançam.

Vou mostrar que essa genialidade quase sempre começa com uma simples ideia. Mas para desenvolver a genialidade é preciso mais do que uma ideia. Essa ideia precisa ser germinada dentro de um contexto específico. E esse contexto pode ser criado.

 A INVESTIGAÇÃO

 Para defender minha tese, vou levar você até a Califórnia para mostrar como Steven Spielberg, considerado o maior diretor de cinema de todos os tempos, começou sua carreira fingindo ser um empregado na Universal Studios, para mostrar que pessoas geniais não são favorecidas por oportunidades ocultas, mas, pelo contrário, elas buscam seu espaço. Apresentarei a você Charlie Ayers, o cozinheiro contratado pelo Google para cuidar do refeitório, que impôs um ambiente que pode ser considerado responsável por parte do grande sucesso da empresa.

Vamos até Florença, na Itália, para descobrir os fatores que propiciaram a genialidade de Michelangelo, Da Vinci, Boticelli e Giotto e ver o que podemos aprender com eles. No laboratório da Apple, vamos investigar os verdadeiros segredos por detrás do tremendo sucesso de Steve Jobs.

Também vamos analisar os detalhes do contexto que deu origem ao impressionante sucesso do Facebook, para mostrar que a genialidade não está imune a erros e fracassos, mas que, ao contrário, eles são necessários para o crescimento. E também como Masaru Ibuka, um engenheiro sem recursos financeiros, visualizou o que mais tarde se tornaria a Sony; e a corajosa atitude de um operário de uma indústria de calçados que queria ser músico, largou o emprego, trancou-se no apartamento para praticar e, oito anos depois, seu primeiro álbum vendeu meio milhão de cópias.

Para entender como vencedores definem seu propósito, analisaremos a carreira do ciclista Lance Armstrong, que após quase morrer de câncer aos 25 anos, venceu sete vezes consecutivas o Tour da França, uma das competições mais rigorosas do esporte mundial. Ainda apresento como Anatoly Sharansky venceu Garry Kasparov, o maior jogador de xadrez de todos os tempos, depois de praticar xadrez na sua imaginação durante os oito anos em que esteve numa prisão na Rússia.

Pretendo conduzir você aos bastidores que deram origem à Azul, a companhia capaz de revolucionar o transporte aéreo brasileiro, para que entenda a importância do sentido por detrás de cada empreendimento de sucesso.

Através da análise de exemplos práticos como esses, pretendo desmistificar as causas que levam algumas pessoas a desenvolver a sua genialidade e porque outras não conseguem, e abordar com clareza os caminhos que permitem a qualquer pessoa despertar sua própria genialidade. Apresentarei três conceitos revolucionários: a inteligência prática, a ideia central que temos sobre nós mesmos e o poder da auto-sugestão, para que você veja como é possível criar uma atitude mental favorável para o sucesso. Também quero mostrar como a percepção que temos sobre o passado molda nossos resultados no presente e no futuro, e como pessoas que desenvolvem sua genialidade se libertam desse tipo de condicionamento.

O objetivo de tudo isso é responder a três questões que estão no cerne da essência daquilo que nos faz humanos: como nos tornamos o que somos? Por que algumas pessoas desenvolvem suas riquezas e outras não? E o que podemos fazer para criar um contexto que deflagre o que há de melhor em nós?

A JORNADA

Preparado? O que proponho aqui é uma grande viagem, profunda, mas absolutamente capaz de ser realizada e que trará resultados imediatos à sua vida, à suas relações e às escolhas que fará a partir de agora.

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28/03/2012
Nossas três maiores limitações e como elas nos impedem de viver uma vida extraordinária

Todos nós temos uma série de caraterísticas únicas e específicas. Quanto mais usarmos essas características, melhor nos sentiremos. O objetivo maior, porém, que dará um verdadeiro sentido a nossa vida, é encontrar essas características, desenvolvê-las e colocá-las a serviço da evolução humana.  Eis um exercício que eu recomendo. Imagine que no dia do “juízo final” a pergunta decisiva que definirá uma eternidade no céu ou no inferno seja a seguinte:

- De que forma sua existência ajudou na evolução do universo?

O que você responderia? O que você gostaria de poder dizer naquele momento? Responda essa pergunta e transforme o objeto dessa resposta no propósito maior da sua vida, e imediatamente, comece a viver de acordo. Se fizer isso, não há como não viver uma vida extraordinária.

Acreditamos que as coisas, na vida, são difíceis e por isso, nos acostumamos a não ousar, a permanecer na nossa zona de conforto. Mas na verdade, as coisas são difíceis justamente porque não ousamos, por que não desenvolvemos a confiança necessária para sair da estagnação e entrar em movimento.

Em geral, existem três limitações que nos mantêm longe de uma vida extraordinária:

1. Não compreendemos ou desconhecemos nossas capacidades. Todos nós temos poderes e ferramentas extraordinárias como imaginação, inteligência, intuição, visualização, autossugestão, desejo e que raras vezes usamos de maneira correta.

2. Além de não usar esses poderes, não temos ideia de como elas se relacionam entre si.

3. Em função de tudo isso, subestimamos tremendamente o potencial que temos para crescer e evoluir.

Desenvolvo esse assunto profundamente nos meus dois livros recentes. Visite meu site e leia sobre eles, talvez possam lhe ser uteis nesse processo.

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27/03/2012
Você nasceu original, não se torne uma cópia

 Quando alguma coisa acontece conosco, podemos assumir dois tipos de atitudes: podemos chamar a responsabilidade para nós e agir, ou negá-la, responsabilizando outra pessoa ou circunstância.

Quando negamos nossa responsabilidade, quando culpamos outra pessoa, Deus, o destino, a sorte ou uma circunstância qualquer, colocamo-nos numa situação de vítima.

Nessa condição, renunciamos o controle de nossa vida. Perdemos a esperança, o entusiasmo e a motivação, e nos acomodamos num estado de resignação, estagnação e frustração. É nesse momento que a confiança dá lugar a depreciação, reclamação, discussão, comparação e crítica.

            Isso é muito sério. Se você acredita que não possui controle sobre o que acontece consigo, esse controle necessariamente precisa estar nas mãos de outra pessoa ou entidade. Sua originalidade morre e você vira uma cópia.

Se for assim, você não passa de um fantoche, um boneco que se movimenta de acordo com os desejos de outra pessoa. Se você não tiver controle sobre sua vida, se ela está nas mãos de outra pessoa, você jamais terá autoconfiança necessária para desenvolver seu potencial.

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26/03/2012
Como extrair o melhor que há em você

Explorar o melhor que há em nós é uma tendência lógica. Mas temos dificuldades de entender, de forma exata e clara, onde está nosso ponto forte, nosso potencial. Sem essa compreensão, nos sentimos inseguros, falta-nos a autoconfiança de que somos capazes, de que possuímos as habilidades necessárias para realizar nossos desejos mais íntimos.

No livro O Óbvio que Ignoramos, instigo o leitor a refletir sobre três questões bem práticas:

- Onde está seu talento?

- Qual é sua paixão?

- Como você transformará isso em renda?

A convergência desses três fatores – talento, paixão e renda – formam o que eu chamo de Lei da Tripla Convergência. É o cumprimento dessa lei ou não na hora de definir nossa carreira que fará toda diferença do mundo nos resultados que obteremos.

Alcançar o ponto de convergência entre esses três fatores, porém, pode não ser tão simples quanto parece. É preciso ter claro que não é o desejo, a meta, a estratégia ou a intenção de alcançar determinado propósito que nos fará ter êxito. Esse propósito deve ser o resultado da compreensão clara da Lei da Tripla Convergência. Ele precisa ser o ponto exato onde os três fatores da lei convergem.  Ao longo dessa semana, faremos uma análise sobre cada um desses fatores.

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21/03/2012
De cada dez pessoas, nove não sabem o que esperar da vida

Uma pesquisa da Harris Interactive, feita com 23 mil funcionários, revelou que apenas três em cada dez funcionários
sabem o que a organização em que trabalham está tentando atingir e por quê. O número cai para um em cada dez, quando se trata de objetivos pessoais.

Esses dados reafirmam o que vimos  no post de ontem. Que a principal causa do fracasso da maioria das pessoas é consequência da falta de um objetivo de vida definido, associado à ausência de metas claras e atingíveis, assim como a falta de um plano para desenvolver essas metas.

Por que um propósito definido é tão importante? A resposta é simples: ele cria poder pessoal. Ao definir um propósito, e ao se comprometer a atingi-lo, organizamos todo nosso conhecimento e energia em torno desse propósito. Ao se focar num único ponto, criamos o que se chama esforço organizado.

Sem um propósito definido, geralmente passamos o dia muito ocupado, dissipando energias e dispersando pensamentos sobre diversos assuntos e em inúmeras direções. Vivemos presos nos problemas do momento, e o que realmente interessa acaba atropelado por ações urgentes, preocupações imediatas e ações reparatórias.

Todo esse esforço, por maior que seja, no final das contas, não nos conduzirá ao esforço organizado necessário para realizar nossos sonhos. Pelo contrário, nos levará a indecisão, a fraqueza, e por último, a frustração de uma existência vivida em vão e, portanto, sem sentido.

            Pense sobre isso da seguinte maneira: suponha que seu carro esteja com um tanque cheio de gasolina. Se você ficar dando voltas a esmo pela cidade, sem especificamente definir um lugar para onde você queria ir, num determinado momento, você terá andado muito, percorrido uma alta quilometragem e consumido toda gasolina, sem necessariamente sair do lugar. Mas se definir um ponto de chegada, você chegará lá em muito menos tempo e com muito menos combustível.

O exemplo é simples, mas reflete exatamente o que acontece em nossa vida. Ao ter claro o que queremos para nós, nossa empresa, família e comunidade, criamos esforço organizado em torno desse objetivo e as chances de realizá-los são muito grandes.

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20/03/2012
Você sabe onde estará em março de 2017?

Se você quiser chegar a algum lugar na vida é imperativo saber que lugar é esse. Isso é incrivelmente óbvio e lógico. Mas o mais incrível é que a maioria de nós passa a vida a esmo, andando a deriva, sem ter a mínima ideia do que queremos da vida.

Muitas pessoas até pensam que possuem um propósito definido. Se você perguntar a elas o que buscam da vida, ouvirá respostas como: “quero servir ao mundo e aos outros da melhor maneira possível e, como resultado, ter uma vida satisfatória”. Ou “quero ter uma casa boa, um bom emprego”. Isso até é um propósito, mas ele não tem nada de definitivo. E assim como um propósito definido nos leva a resultados definidos, um propósito vago e indefinido trará resultados vagos e indefinidos.

Vamos fazer um teste para ver se você tem um propósito definido. É muito simples. Responda sem pensar: onde você estará em março de 2017? Se você não sabe  dizer num estalar de dedos onde estará em março de 2017, você não tem um propósito definido. Ponto final.

A clareza da definição do que realmente queremos e a intensidade do desejo com que o queremos é que define os vencedores dos perdedores. Se você quer uma vida cheia de realizações, vivida com paixão, energia e entusiasmo intenso, se você quer encontrar um sentido profundo para sua vida, defina um propósito imediatamente.

Você precisa constantemente parar e se perguntar: para onde estou seguindo? Quais são as coisas realmente importantes para mim? O que é preciso para formar uma visão clara do que busco na vida? Volte aqui amanhã outra vez. Nos posts dessa semana, vamos falar mais sobre isso e mostrar uma fórmula para criar um propósito definido.

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17/03/2012
Honestidade não é uma boa ideia, é uma lei universal!

Se analisarmos a descoberta de qualquer uma das forças da natureza, ou das leis naturais que regem o universo, veremos que, na realidade, elas sempre existiram. Para o ser humano, porém, aparentemente, elas só passaram a existir  realmente depois que ele as descobriu e aprendeu a usá-las.

Veja um exemplo: quando Moisés tirou os filhos de Israel do Egito, o princípio da eletricidade já existia. Porém, nem Moisés, nem seus seguidores, o conheciam, e por isso, não estavam prontos para receber seus benefícios.

Newton, por exemplo, não inventou o princípio da gravidade. Esse princípio sempre existiu. O que Newton fez, foi isolá-lo como um fenômeno, uma lei em si. Ele estudou suas propriedades e seu funcionamento, e o ser humano passou a compreendê-lo como uma lei. A partir dessa compreensão, passamos a olhar para a gravidade com uma lei universal e imutável e, conhecendo suas propriedades, passamos a trabalhar de acordo com elas, colhendo seus benefícios.

 O mesmo se aplica para  todos os princípios naturais. Entre eles, a integridade, honestidade, justiça, caridade, etc. Esses princípios são leis naturais que existem, mesmo que os ignoremos, e seus benefícios estão disponíveis para todos nós. Mas somente estaremos aptos a tirar proveito deles, quando os conhecermos e quando compreendermos suas propriedades. Assim como somos livres para decidir saltar de um prédio de 40 andares, mas não podemos decidir qual é o resultado dessa escolha, porque ele é definido pela lei da gravidade, podemos também escolher ser desonestos, injustos, egoístas, etc, mas não poderemos escolher as consequências desses tipos de comportamento, porque essas consequências também são definidas por princípios ou leis imutáveis e universais.

Certamente não pularíamos de um prédio de 40 andares esperando posar elegantemente no chão, sem sofrer as consequências naturais dessa escolha. Mas, ao contrário, muitas vezes escolhemos agir injustamente ou somos desonestos em atos ou pensamentos e queremos os resultados de uma ação justa ou honesta. Esquecemo-nos que podemos escolher nossa atitude, mas uma vez que fizemos nossa escolha, não teremos mais como decidir as consequências que teremos sobre nossa escolha. Essas consequências são definidas por princípios naturais.

Se buscarmos compreender melhor os princípios naturais que regulam nossos resultados, poderemos fazer como Newton fez com a gravidade. Podemos organizá-los, estudá-los, transformá-los em hábitos, adotá-los em nossa vida e assim, usufruir dos seus benefícios.

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